Obrigada por visitar minha Oficina. Entre, fique à vontade. Ao trabalhar com as palavras, tanto podemos falar de amor como exorcizar a dor. Em ambos os casos,ter quem nos leia é fundamental.
sexta-feira, março 28, 2008
QUEBRANDO O SILÊNCIO.
segunda-feira, março 24, 2008
ADOÇÃO DE CRIANÇAS PORTADORAS DE HIV/SIDA.

Este post é um convite que lhe faço para ler sobre a adoção de crianças soropositivas. Vegana é mãe adotiva de uma menina contaminada e nos fala de sua experiência. Saiba mais, visite o blog SIDADANIA.
Obs: Pessoal, a palavra Sidadania aqui vem do nome do blog e está escrito com S porque se refere à SIDA termo mais comum em Portugal, para se referir a AIDS, termo este mais usado no Brasil.
segunda-feira, março 17, 2008
Post Sonoro 1 - A IMPORTÂNCIA DE UM ABRAÇO.
Gosto de abraços. Gosto tanto de abraçar quanto de ser abraçada.Trago na memória uma cena que de vez em quando me leva de volta ao passado. Eu já contei isto no blog de Flavia.
Alguns meses após o acidente ocorrido com minha filha eu estava com ela no hospital, quando de repente a porta se abriu e entrou Elena, uma vizinha que morava no mesmo prédio que eu e meus filhos, mas que havia se mudado de lá. Elena me viu grávida de Flavia, e acompanhou seu crescimento, até que quando Flavia estava com 5 ou 6 anos, Elena com o marido e suas filhas, foram morar em outro apto. no mesmo bairro.
Neste post sonoro, é disto que falo, da linguagem do abraço, que também pode ser usada - e deve - nos momentos felizes de nossas existências: O nascimento de um filho ou neto, sua formatura, o casamento e tantas outras alegrias, das quais, felizmente, também é feita a vida.
Quero agradecer ao meu amigo António do blog Peciscas pela delicadeza e paciência com que me ajudou e orientou na execução deste meu primeiro post sonoro. Obrigada António.
sexta-feira, março 14, 2008
A AMIZADE, QUE BONITA É!!
"AO SIDADANIA, AO HIV E AO SER HUMANO QUE ACODE POR RAUL
Amigos, meus companheiros,
caminhantes como eu sou
dêm-me a mão porque inteiros
só seremos como eu estou
propenso a vos abraçar
e a partilhar vossa dor
e a não querer me separar
do vosso andar redentor.
Meus amigos eu sou vosso
bem pouco isso é verdade
mas podem ter a certeza
da minha sinceridade
que come comigo à mesa
e que procura claridade.
Todo o homem que se preza
só o é com amizade.
Que importa que o meu amigo
possa sofrer um castigos
e eu o amo de verdade
e quero ser seu amigo?
Raul, tu és Homem grande
que vive por muitas vidas
que vale a pena saber
as tuas penas sofridas
para acreditar que a vida
pode sempre renascer
e merece ser vivida. "
Até o proximo post.
domingo, março 09, 2008
ÂNIMO, CORAGEM!

William Barclay
sábado, março 08, 2008
BLOGAGEM COLETIVA - VALORIZAÇÃO DA MULHER.
sábado, março 01, 2008
A FRANCESINHA (crônica de Leila Jalul)
meu querido Portugal,
tão linda e tão cristalina,
com um sonho de natal.
Onde o vento passa leve,
onde é dourado o arrebol,
onde há casinhas de neve
e roupas corando ao sol!”
- Irmã, eu quero ser Portugal!
- Não Senhora! Portugal vai ser a Solange. A senhorita vai ser a francesa.
- Eu, francesa? Não tenho nada a ver com francesa!
- Ou você vai ser a francesa, ou nada!
Eu já estava ganhando uma boiada, discutir o que?
Deixa a Solange, filha do Seu Silvio Ferrante, ser a portuguesa. Afinal, ela, branquela, tem as maçãs do rosto coradas pela neve
A música da francesa era podre:
“Pelas ruas de Paris,
num dia de chuva eu quis passear,
mas a chuva era tão forte
que eu me achei sem sorte
e correndo regressei.
Voltei, apesar da mágoa,
tal qual num frango d'água,
quase perco por um triz
meu vestido de veludo,
sapato, meia e tudo
por passear em Paris.
Oh! Paris, Oh! Paris!
que sonhos contigo fiz!”
A Solange, tímida como uma princesa medieval, virou alegre. Mas não tem nada não, Solange não dá rima, mas tudo bem!
Chega o dia do espetáculo. A roupa da Solange era o próprio espetáculo. Caprichada, coisa de mãe devota de filha (acho que o nome dela era Franscisquinha). Parecia uma pastorinha importada da Serra da Estrela diretamente para o palco do Instituto São José.
O que até agora não entendi foi um ovo pintado de vermelho que eu tinha que mostrar para provar a ressurreição.
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Esta crônica foi extraída do livro SUINDARA de LEILA JALUL.
Eu e Leila ficamos amigas e me encanto com a intimidade e a desenvoltura que ela tem com as palavras. Suas crônicas, excetuando-se aquelas que o assunto exige mais seriedade, são escritas com um bom humor que me cativa, pois bom humor é qualidade que aprecio muito nas pessoas. Morro de rir ao ler a maioria das crônicas de Leila. E não nos esqueçamos de que na vida, haja o que houver, venha o que vier, sorrir é preciso.
Um beijo, Leila!