As atrizes Gabourey Sidibe e Paula Patton em cena do filme "PRECIOSA"
‘ALGUMAS PESSOAS TÊM UMA COISA QUE AS FAZ BRILHAR. ACHO QUE ALGUMAS VIVIAM EM TÚNEIS, E NESSE TÚNEL A ÚNICA LUZ QUE TINHM ERA A SUA PRÓPRIA. AÍ, DEPOIS QUE ESCAPAVAM DO TÚNEL, AINDA ESTARIAM BRILHANDO POR TODO O MUNDO.”
Pensamento da personagem PRECIOSA, (Gabourey Sidibe) do filme de mesmo nome, referindo-se à “Srta Rain” (Paula Patton ) sua professora que a ajudava a aprender a ler e a recuperar sua auto estima perdida pelos constantes maus tratos na casa dos pais.
Fiquei com vontade de ver este filme após ler este texto de Eliane Brum: "O perigo da história única." Na data em que Eliane escreveu o texto, 22 de fevereiro de 2010, "Preciosa" era concorrente ao Oscar: O filme acabou levando vários prêmios, mas como tenho dúvidas quais exatamente, deixo aberto aqui e ficarei agradecida a quem souber e colocar nos comentários.
"Preciosa", um filme forte que infelizmente retrata a realidade de muita gente, não só no Brasil, mas por este mundo afora. Pessoas que vêm diariamente sua dignidade sendo massacrada. Bom seria se todas as pessoas que passam por maus tratos, sejam físicos ou psicológicos, e que perderam – ou nunca tiveram - a noção do que seja cidadania, encontrassem uma “Srta Rain” pela frente e que conseguissem, mesmo não tendo recebido amor na vida, ainda assim ter amor para dar e auto estima para recomeçar. De ponto que for.
Fiquei com vontade de ver este filme após ler este texto de Eliane Brum: "O perigo da história única." Na data em que Eliane escreveu o texto, 22 de fevereiro de 2010, "Preciosa" era concorrente ao Oscar: O filme acabou levando vários prêmios, mas como tenho dúvidas quais exatamente, deixo aberto aqui e ficarei agradecida a quem souber e colocar nos comentários.
"Preciosa", um filme forte que infelizmente retrata a realidade de muita gente, não só no Brasil, mas por este mundo afora. Pessoas que vêm diariamente sua dignidade sendo massacrada. Bom seria se todas as pessoas que passam por maus tratos, sejam físicos ou psicológicos, e que perderam – ou nunca tiveram - a noção do que seja cidadania, encontrassem uma “Srta Rain” pela frente e que conseguissem, mesmo não tendo recebido amor na vida, ainda assim ter amor para dar e auto estima para recomeçar. De ponto que for.
Este texto da repórter especial da revista Época, Cristiane Segatto, “Às garotas preciosas de todo lugar” fala do filme que acabei de ver, PRECIOSA, - realmente perturbador - e faz também uma bonita análise do papel do professor em nossas vidas. No texto de Cristiane há também uma referência aos profissionais da área da saúde que no meu entender, têm também um papel muito importante na construção da auto-estima das pessoas, ao cuidar delas tratando-os com respeito, com dignidade e, sobretudo, com atenção e amor.
