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domingo, julho 17, 2011
Índio doutor em Educação ensina crianças sobre um Brasil pouco conhecido nas escolas
Grande lição esta que o Daniel aqui nos proporciona. Ele acentua aqui a necessidade de os povos indígenas se integrarem na sociedade, mas sem perderem a sua identidade. Como educador que fui durante quase quatro décadas, revejo-me nessa perspectiva de questionar os pressupostos com que fomos formados. Educação que se limita a repetir aquilo que nos transmitiram, sem nunca procurar saber se esses conhecimentos não poderiam ter outra face, não é mesmo educação. É apenas imitação. Aqui em Portugal, não temos essa realidade que vocês têm aí, com a permanência de diversas culturas e povos indígenas. Mas mesmo assim, temos ainda algumas tradições e culturas locais que são muitas vezes desvalorizadas ou mesmo menorizadas, como sendo subprodutos desprezíveis. Como acontece com o dialecto mirandês que hoje quase não é falado numa região de Portugal chamada Trás-os-Montes. De realçar também a inteligência da entrevistadora Elizabeth Carvalho, que colocou questões que permitiram ao Professor Daniel expressar ideias que a todos devem fazer reflectir.
2 comentários:
F A B U L O S O...e valeu a pena ter visto esta obra maravilhosa que Daniel tem feito na defesa das suas origens!
Obrigado pela partilha:)
Beijocas de sempre e para sempre
Grande lição esta que o Daniel aqui nos proporciona.
Ele acentua aqui a necessidade de os povos indígenas se integrarem na sociedade, mas sem perderem a sua identidade.
Como educador que fui durante quase quatro décadas, revejo-me nessa perspectiva de questionar os pressupostos com que fomos formados. Educação que se limita a repetir aquilo que nos transmitiram, sem nunca procurar saber se esses conhecimentos não poderiam ter outra face, não é mesmo educação. É apenas imitação.
Aqui em Portugal, não temos essa realidade que vocês têm aí, com a permanência de diversas culturas e povos indígenas. Mas mesmo assim, temos ainda algumas tradições e culturas locais que são muitas vezes desvalorizadas ou mesmo menorizadas, como sendo subprodutos desprezíveis. Como acontece com o dialecto mirandês que hoje quase não é falado numa região de Portugal chamada Trás-os-Montes.
De realçar também a inteligência da entrevistadora Elizabeth Carvalho, que colocou questões que permitiram ao Professor Daniel expressar ideias que a todos devem fazer reflectir.
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